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segunda-feira, 25 de abril de 2011

QUINTA DA FIDALGA - SEIXAL



QUINTA DA FIDALGA
A Quinta da Fidalga, cuja fundação remonta ao século XV, teve sempre funções agrícolas e de lazer, surgindo associada a PAULO DA GAMA, irmão de VASCO DA GAMA, o qual se teria fixado nas terras do Seixal para assistir à construção de caravelas destinadas à descoberta do caminho marítimo para a Índia.
Já no século XVIII, destacava-se pelos seus excelentes pomares de citrinos, com ruas cobertas de árvores silvestres e parreiras postas em latadas e pelo seu sofisticado sistema de rega.
Distingue-se também pelo magnífico Lago de Maré, que constitui um monumento raro ou quase único na arquitectura hidráulica portuguesa.
Possui ainda uma capela que foi integrada no palacete em meados do século XX, em substituição de outra mais antiga. As paredes interiores do actual templo estão revestidas de azulejos do século XVIII e de reproduções também deste período.




Em 1952, o palacete e os arruamentos da Quinta tiveram intervenções arquitectónicas dirigidas pelo Arquitecto Raul Lino, tendo distribuído azulejos, de várias épocas, nomeadamente hispano-árabes, por vários pontos da propriedade.
A Quinta da Fidalga é propriedade da CÂMARA MUNICIPAL DO SEIXAL desde 2001, e, de entre os vários projectos previstos para este espaço, destaca-se o CENTRO INTERNACIONAL DE MEDALHA CONTEMPORÂNEA do Seixal.
Horários de Inverno (Outubro-Abril):
Terça-feira a domingo, das 10.15 às 17.45 horas
Horários de Verão (Maio-Setembro):
Terça-feira a domingo, das 10.15 às 19.45 horas
Encerramento: segunda-feira




Antiga quinta de recreio, em tempos pertencente à família de VASCO DA GAMA, é um excelente exemplar de jardim histórico do CONCELHO DO SEIXAL. Na quinta, para além dos pomares, jardins e mata, destaca-se um notável ex-libris - o lago de marés ou viveiro de peixes de água salgada.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

A IMPORTÂNCIA DA DIVULGAÇÃO

Fiquei entusiasmadíssima quando soube que se ia realizar um peddy-paper no Seixal. Habituada a este género de actividade quando pertenci ao scutismo, e já com saudades de o voltar a fazer, 40 anos depois, não podem imaginar a minha alegria.
Também por ser num lugar que para mim é praticamente estranho, não vou para aqueles lados, passei lá um ou duas vezes sem parar…assim tive a possibilidade de conhecer um pouco melhor o concelho, passando pelo património natural, industrial e náutico. As quintas senhoriais, os núcleos urbanos antigos e as igrejas fazem igualmente parte da história e da cultura do concelho do Seixal.
Planeei quem faria parte do nosso grupo e assim consegui juntar 4 pessoas do meu agrado, dei-lhe um nome – o nosso grupo seria COLIBRI, mais um motivo para recordar outros tempos. Como avezinha, nos escuteiros fiz parte do grupo Colibri.



NÚCLEO MUNDET DO ECOMUSEU MUNICIPAL DO SEIXAL
Em 1906, estabeleceu-se no Seixal a firma L. Mundet & Sons. Esta fábrica, que se tornaria a maior empresa do sector corticeiro do País e durante algum tempo do mundo, reconhecida também pelo seu papel inovador na área da política social, viria, a partir de meados da década de 1950, fruto do aparecimento de novos materiais como o plástico, a entrar num lento processo de decadência. Em 1988, após um longo período de lutas sociais e de várias tentativas de viabilização económica, a fábrica é definitivamente encerrada. Em 1996, é adquirida pela Câmara Municipal do Seixal, que musealizou dois edifícios da Fábrica – Edifícios das Caldeiras de Babcock e o Edifício das Caldeiras de Cozer. Nestes dois espaços, é possível visitar exposições temporárias relativas ao Património Industrial do Concelho.



DA PARTE DA TARDE, estava planeado uma visita à MUNDET, juro que nunca tinha ouvido falar nesse nome, nem sabia o que era.
Aqui mostrarei a IMPORTÂNCIA DA DIVULGAÇÃO, porque nem todas as pessoas têm o talento na arte de DIVULGAR e a DIVULGAÇÃO é muito importante, no meu ponto de vista.



A Mundet apresenta-se hoje como um lugar carregado de história e de vida de algumas gerações de Seixalenses.
Infelizmente fomos recebidos por uma funcionária nada simpática, que começou por proibir que se fizessem fotografias do interior do museu.
No meu entender, é através da fotografia que muitos lugares são divulgados e, depois de questionada por mim e pela organizadora do peddy-paper, respondeu de forma arrogante e chegou mesmo a ser malcriada.
Tenho fotos do interior do museu, mas estou “proibida” de as mostrar, daí que só posso expor o exterior. Será lugar que jamais voltarei.



No entanto, hoje voltei a tentar pesquisar algo mais sobre este lugar e deparei-me com um artigo, onde se encontram fotos do interior da fábrica; quem quiser ver, procure em:
HTTP://ITEMATICOSLISBOA.BLOGSPOT.COM/2010/07/VISITAS-COMENTADAS-NO-NUCLEO-DA-MUNDET.HTML