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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

JAMES JOYCE - DUBLIN (1882) - ZURIQUE (1941)

Continuando por Zurique, despertou-me a atenção esta placa numa esquina da Augustiner-Gasse.



James Augustine Aloysius Joyce (Dublin, 2 de Fevereiro de 1882Zurique, Suíça, 13 de Janeiro de 1941) foi um romancista, contista e poeta irlandês expatriado. É amplamente considerado um dos autores de maior relevância do século XX. Suas obras mais conhecidas são o volume de contos Dublinenses (1914) e os romances Retrato do Artista Quando Jovem (1916), Ulisses (1922) e Finnegans Wake (1939) - o que se poderia considerar um "cânone joyceano". Também participou dos primórdios do modernismo poético em língua inglesa, sendo considerado por Ezra Pound um dos mais iminentes poetas do imagismo. Embora Joyce tenha vivido fora de seu país natal pela maior parte da vida adulta, suas experiências irlandesas são essenciais para sua obra e fornecem-lhe toda a ambientação e muito da temática. Seu universo ficcional enraíza-se fortemente em Dublin e reflete sua vida familiar e eventos, amizades e inimizades dos tempos de escola e faculdade. Desta forma, ele é ao mesmo tempo um dos mais cosmopolitas e um dos mais particularistas dos autores modernistas de língua inglesa.



Depois de cruzar o Rio Limmat, o caminho até a Igreja de São Pedro chama a atenção. O turista passeia sobre as ruínas de uma terma romana do século 3, descoberta pelos arqueólogos há 16 anos. No topo da igreja, construída no século 9 mas cuja torre foi refeita no século 13, está o relógio símbolo da cidade, com 8,7 metros de diâmetro. Depois da Reforma, no século 16, e principalmente no século 18, quando soavam os sinos da igreja, era dado o toque de recolher (às 20h no inverno e 21h no verão). Fechavam-se então os portões da cidade e o comércio e os moradores iam todos para suas casas. Hoje, não raro o visitante ao entrar numa destas igrejas depara-se com uma aula de música clássica. Uma surpresa a mais no caminho. No século 18, muitos poetas foram para Zurique, como Goethe, Casanova e Thomas Mann, entre outros. A maioria ficava hospedada num charmoso hotel sobre o rio que corta a cidade. Outros, como James Joyce, acabaram alongando sua estada. Foi em Zurique que Joyce publicou algumas de suas mais importantes obras, como Retrato do artista quando jovem. Na Augustiner-Gasse está a sede da sociedade voltada ao autor, num recanto que ganhou o nome de James Joyce Corner (esquina do James Joyce). Ali, pelo menos uma vez por semana, seus arquivos são abertos e há leituras dos textos de Joyce. Imperdível.

Nesta foto vê-se a placa da Praça de S. Pedro.
A igreja de San Pedro (
alemão: Peterskirche) é uma das quatro principais igrejas do Zurique antigo. As outras três são o Grossmünster, a Fraumünster e a Predigerkirche.
Está situada junto a Lindenhof, a antiga fortaleza romana no mesmo espaço onde dantes se levantava um templo dedicado a
Júpiter. Os arqueólogos têm encontrado vestígios de uma pequena igreja de 10 por 7 metros dos séculos VIII ou IX. Este primeiro edifício foi substituído em torno do ano 1000 por uma igreja de estilo románico temporão. Em 1230 esta igreja foi substituída por outra de estilo románico tardio ainda que partes da primeira ainda sobrevivem. A nave principal foi reconstruida em 1460 em estilo gótico. O primeiro prefeito de Zurique, Rudolf Brunn, foi enterrado aqui no ano 1360. Até 1911 o campanario, um dos mais altos de Zurique, era utilizado para a vigilância contra incêndios.
San Pedro foi restaurada em profundidade entre
1970 e 1975. O relógio da torre tem um diámetro de 8,7 metros, o que lhe converte em um dos relógios murales maiores do mundo. Os sinos datam de 1880.
Curiosamente, o campanario da igreja pertence à prefeitura de Zurique e o resto do templo à Igreja suíça reformada.



domingo, 29 de agosto de 2010

CATEDRAL DE GROSSMÜNSTER - ZURIQUE

Continuo em Zurique - para quem prefere caminhar e conhecer a cidade tudo é pertinho. A igreja de St. Peterskirche com o maior relógio de torre da Europa, de quase nove metros de diâmetro. Do outro lado da ponte Münsterbrücke fica a Catedral de Grossmünster, em estilo românico.
A Catedral de Grossmünster - situada na margem leste do rio Limmat - ressalta na paisagem pela imponência de suas duas torres simétricas.
A catedral que guarda uma das melhores vistas da cidade. Prepare-se fisicamente para encarar os 187 estreitos degraus que levam ao alto da torre, porque a vista vale o esforço. Para fechar o roteiro, não deixe de conhecer a St. PeterKirche, igreja que ostenta o maior relógio da Europa. Dizem que esse é o motivo de os suíços serem tão pontuais.

Mesmo no outro lado do rio desde a Igreja de S. Pedro, vemos a catedral erguer-se, cinzenta, como um monumento chamativo desde qualquer parte da cidade. Debruça-se sobre o rio com um miradouro espectacular, onde os suíços se acotovelam para tomar alguma coisa quando faz bom tempo, e dá uma sensação de paz e tranquilidade. Sem ser espectacular, a sua beleza sóbria chama a atenção do visitante
A área ocupada pela "Grossmünster" abrigou inicialmente um convento, construído por volta de 870 d.c. No século XI outra igreja teria sido construída no local. A atual construção foi iniciada em 1100 e concluída em 1220. As duas torres características da "Grossmünster" datam de 1487 e 1492. A igreja foi completamente reformada em 1845. Em 1913-15 ela sofreu reformas internas.

Uma vista do lago, com um pescador que tranquilamente está à pesca. Ao fundo vê-se o edifício da Ópera em Zurique.

Um achado macabro na mais conhecida igreja de Zurique: arqueólogos descobriram frente à "Grossmünster" uma fossa contendo milhares de ossos.
Os restos mortais vêm do tempo da Reforma Protestante, no século XVI, quando os religiosos esvaziaram os ossuários das igrejas católicas por considerá-los contrários à "verdadeira" fé.
Foi um grande susto para os operários. Ao começar a escavar um buraco para a instalação de um novo container subterrâneo para detritos no canteiro de obras da famosa "Grossmünster", a catedral da Igreja protestante em Zurique, eles depararam com uma grande quantidade de ossos humanos. Logo eles perceberam que os restos mortais eram uma camada de vários metros abaixo da superfície.

terça-feira, 29 de junho de 2010

MOVENPICK ZURICH AIRPORT

Ao chegar a Zurique tinha esta confortável cama à minha espera, num quarto bem sossegado e espaçoso. O hotel está idealmente localizado apenas a 5 minutos do Aeroporto Internacional de Zurique e a 10 minutos do centro da cidade de Zurique. Este encantador hotel de luxo oferece conforto e estilo. Os quartos estão decorados com tecidos modernos em tons claros agradáveis, excelente pavimento em parquet ou em suave alcatifa e casas de banho em mármore de Carrara. O multifuncional centro de reuniões completamente renovado oferece sala de reuniões com um design flexível e tecnologia moderna.Quartos de Hotel: 333. Cadeia Hoteleira: Moevenpick Hotels & Resorts
Tinha este "miminho" bem como uma garrafa de água grátis.

Localização: A cidade de Zurique integra-se no cantão com o mesmo nome e situa-se no centro norte da Suíça; É atravessada pelo rio Limmat que desemboca no lago Zurique, sendo além do maior centro urbano do país, o seu centro económico. É bastante segura (à excepção da Langstrasse durante a noite).
Transportes: Para circular mais rapidamente em Zurique o melhor será adquirir um passe válido por um dia ou por três dias que lhe permite circular por toda a cidade, através da rede de transportes públicos e garantem ainda a entrada gratuita em cerca de 40 museus. Os eléctricos e autocarros funcionam entre as 5h30 da manhã e a meia-noite. Os táxis, por seu lado, são bastante dispendiosos, mas a única alternativo caso decida durante a noite deslocar-se para Zurique oeste ou para outras áreas mais afastadas do centro.No Verão, mediante um depósito de 13 euros, é possível obter uma bicicleta completamente grátis para circular no centro da cidade.

Apesar de Zurique ser uma das cidades com melhor qualidade de vida do mundo, um sadio centro financeiro com vista para um lago romântico, no país dos relógios, do chocolate, do queijo e da Heidi, é, igualmente, uma metrópole vibrante e surpreendentemente boémia, onde quase todas as semanas é inaugurada uma galeria de arte, estreia uma peça de teatro experimental, dão-se festas até de madrugada e descobrem-se novos restaurantes.
Entre o seu fabuloso lago, as salas de espectáculos e galerias de arte, os restaurantes com sabores exóticos e as lojas de luxo ou avant-garde, a maior cidade suíça, Zurique, alia a tradição à novidade com uma frescura inesperada no centro da Europa.