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domingo, 3 de abril de 2011

Isto é "CARIBE"

Em CANCUN, o serviço de transportes urbanos é muito económico e eficiente. As rotas percorrem todo o centro da cidade e comunicam até à meia-noite com a zona dos hotéis.
ESTA É A GRANDE DIFERENÇA ENTRE CANCÚN E A RIVIERA MAYA.
Pagando apenas 1€ ou 10 pesos circula-se de autocarro entre o centro da cidade e todos os hotéis da zona hoteleira; não o pude fazer, porque estive apenas 12h em Cancún, cheguei às 20h e saí às 8h da manhã do dia seguinte.



Todo o ano com clima tropical, suavizado pela constante brisa do mar, o clima do México, ainda que bastante tropical, depende da altitude, devido ao notável desnível entre as zonas costeiras e o interior do país.
Pela sua localização Cancun é de tipo tropical húmido, suavizado pela proximidade do Mar das Caraíbas (Caribe).
A Primavera e o Verão são agradáveis, no entanto não se surpreenda se chover ao fim da tarde. No interior as noites são mais frescas.
A temperatura varia entre os 25 e os 35 graus.



As águas turquesa do Caribe banham cerca de 120 kms de costa com areia fina e branca. Está perante um dos mais espectaculares destinos turísticos do mundo, com uma impressionante variedade de hotéis e actividades que se adaptam a qualquer gosto pessoal. O Grande Arrecife Coral Maya (o segundo maior do mundo), os locais arqueológicos Maya, uma diversidade ecológica única e a incomparável beleza das praias do Caribe, combinam-se para atrair os turistas mais exigentes do mundo em busca de aventura, prazer e diversão.



Quanto à noite de Cancún, dar 45 dólares para entrar no CocoBongo é duro...sei o preço porque perguntei…embora não tivesse qualquer ideia de lá entrar.

sábado, 26 de março de 2011

LISBOA-MADRID...depois...???

Depois de 1h de viagem Lisboa-Madrid, em que despachei a minha bagagem apenas até Madrid, para me certificar que seria eu a despachá-la para Cancún, não fosse o diabo tecê-las…já não seria a 1ª vez que ficaria 4 dias sem as malas…é melhor nem pensar nisso…em Madrid fui levantar a mala como se fosse ficar em Madrid e voltei a ir para a fila para fazer o check-in para Cancún, enfim…só a minha paciência!

Achei que ficaria mais segura e assim o fiz.

Depois destas voltas todas ainda tive um voo de 11h 15m até Cancún…turista sofre! Sem posição para descansar, dando voltas e voltas na cadeira, enfim…lá cheguei a Cancún pelas 18h 40m, fui sempre a ver o dia através da janela, até vi o pôr-do-sol quase a chegar ao México. Lindo o céu, lá em cima.

Aqui, em MADRID, tinha início a 2ª parte da viagem, com destino a CANCÚN:




Na primeira linha da praia de Cancún, o Hotel Riu Caribe (Tudo incluído 24 horas) esperava-me.
Graças à comodidade oferecida pelo sistema "All Inclusive" o local ideal para desfrutar de umas férias inesquecíveis, só que, conforme o pacote adquirido, apenas fiquei 1 noite lá; tive oportunidade de jantar e tomar o pequeno-almoço no restaurante ALBATROS.

terça-feira, 29 de junho de 2010

MOVENPICK ZURICH AIRPORT

Ao chegar a Zurique tinha esta confortável cama à minha espera, num quarto bem sossegado e espaçoso. O hotel está idealmente localizado apenas a 5 minutos do Aeroporto Internacional de Zurique e a 10 minutos do centro da cidade de Zurique. Este encantador hotel de luxo oferece conforto e estilo. Os quartos estão decorados com tecidos modernos em tons claros agradáveis, excelente pavimento em parquet ou em suave alcatifa e casas de banho em mármore de Carrara. O multifuncional centro de reuniões completamente renovado oferece sala de reuniões com um design flexível e tecnologia moderna.Quartos de Hotel: 333. Cadeia Hoteleira: Moevenpick Hotels & Resorts
Tinha este "miminho" bem como uma garrafa de água grátis.

Localização: A cidade de Zurique integra-se no cantão com o mesmo nome e situa-se no centro norte da Suíça; É atravessada pelo rio Limmat que desemboca no lago Zurique, sendo além do maior centro urbano do país, o seu centro económico. É bastante segura (à excepção da Langstrasse durante a noite).
Transportes: Para circular mais rapidamente em Zurique o melhor será adquirir um passe válido por um dia ou por três dias que lhe permite circular por toda a cidade, através da rede de transportes públicos e garantem ainda a entrada gratuita em cerca de 40 museus. Os eléctricos e autocarros funcionam entre as 5h30 da manhã e a meia-noite. Os táxis, por seu lado, são bastante dispendiosos, mas a única alternativo caso decida durante a noite deslocar-se para Zurique oeste ou para outras áreas mais afastadas do centro.No Verão, mediante um depósito de 13 euros, é possível obter uma bicicleta completamente grátis para circular no centro da cidade.

Apesar de Zurique ser uma das cidades com melhor qualidade de vida do mundo, um sadio centro financeiro com vista para um lago romântico, no país dos relógios, do chocolate, do queijo e da Heidi, é, igualmente, uma metrópole vibrante e surpreendentemente boémia, onde quase todas as semanas é inaugurada uma galeria de arte, estreia uma peça de teatro experimental, dão-se festas até de madrugada e descobrem-se novos restaurantes.
Entre o seu fabuloso lago, as salas de espectáculos e galerias de arte, os restaurantes com sabores exóticos e as lojas de luxo ou avant-garde, a maior cidade suíça, Zurique, alia a tradição à novidade com uma frescura inesperada no centro da Europa.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

GOLEADA PORTUGAL 7-0

21-Junho-2010:
Dia do Solstício de Verão - nas ruas de LUCERNA - SUÍÇA festejava-se a goleada de Portugal por 7-0. Estava de férias por lá e dei conta de muitos carros a buzinar nas ruas, eu estava dentro de uma loja e até pensei: "Bem, aqui na Suíça também se fazem manifestações na rua."
Quando saí da loja, 2 das espanholas do grupo disseram-me: Portugal ganhou!!!
Mas, não entendi a razão de tanto barulho na Suíça, só depois quando me aproximei deste grupo de imigrantes é que vi a alegria estampada nos seus rostos e o brilho de orgulho nos seus olhos. Perguntei-lhes o resultado e disseram-me aos gritos 7-0.
HOJE o jogo foi mais morno, quase frio, sem golos.


Os amigos iam chegando e fazendo pose para a fotografia; era eu e um oriental (coreano, japonês ou chinês...) que estavamos a captar a alegria esfusiante destes imigrantes. Uma disse-me ser de Barcelos e outro moço disse que era de Fátima.


Mais uma pose para a fotografia

LUCERNA - Esta cidade, capital do Cantão com o mesmo nome, é a mais populosa do centro da Suíça, com cerca de 60.000 habitantes. Situa-se nas margens do Lago Lucerne (Vierwaldstättersee), com vista para os montes Pilatus e Rigi, nos Alpes Suíços. É tradicionalmente considerada, acima de tudo, uma cidade turística embora possua, também, muitas indústrias: metalúrgica, química, têxtil, madeireira e de aparelhos eléctricos. Para além disso, Lucerne é sede de festivais internacionais de música.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Quiosques de Paris




Como em todas as minhas viagens trago sempre histórias para contar.
Desta vez foi o que me aconteceu na chegada a Paris.
De Lisboa fui directamente para o aeroporto Charles de Gaulle, o maior e mais conhecido dos três e que é apelidado também por aeroporto de Roissy.
Fica a 23km do centro da cidade e tem também uma estação de TGV no seu interior. Foi a minha 1ª peripécia em Paris, com o serviço de transfer; apanhei logo uma crise de nervos, porque coisas mal orientadas não aceito nem concordo. Acabo de chegar a um lugar onde nunca fui e dizem-me apenas: dirija-se à porta/saída D de Domingo. Ora pois, depois de recolhida a mala de viagem, pergunto onde existe uma porta D…a 1ª resposta é…não há aqui nenhuma porta D, aqui as portas de saída têm números e não letras.
BOA, está a começar bem.
Insisti que tinha que haver uma porta D e depois de pensar um pouco lá me disseram que se eu fosse para o Terminal 2, lá havia portas de saída com letras e também havia a porta D…ok, a informação estava dada, o problema era chegar ao Terminal 2…depois de subir e descer de elevador, atravessar alguns corredores, indicam-me ir para a “navette”…que era uma espécie de metro de superfície que nos leva por quilómetros de caminhos, havia 5 estações de paragem e lá entrei para a “navette”, por acaso o Terminal 2 era precisamente a última paragem, a 5ª paragem e eu lá fui…descobri que finalmente tinha chegado ao dito Terminal 2 e procurei a porta D.
A letra D tinha 10 números - D1 - D2 - D3 - D4 e por aí em diante...fácil, facílimo saber onde me esperava o transfer...uiiiiiiiii, que raiva!!!
Com outras peripécias pelo meio, consegui que descobrissem onde eu estava.
Enfim…foram nada mais, nada menos que 1h 50m à espera de transfer.
Ou seja, cheguei ao Hotel 3 horas depois de ter aterrado em Paris.
Pensei: começa bem!

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

ARCO DO TRIUNFO (PARIS)

POIS, tive outra ideia…já tinha subido à Torre Eiffel, por isso desta vez decidi subir ao topo do Arco do Triunfo e ter a maravilhosa visão de ver convergir ali as 12 avenidas que vêm ter à Praça Charles-de-Gaulle.
Subi ao topo do Arco do Triunfo para apreciar as vistas e visitar o Museu inserido dentro do Monumento.
Custa 9€ a subida até ao topo, mas…notei alguns condicionalismos.
Após ter o meu ingresso na mão, vejo toda a gente a subir a pé, de escadas, isso não me agradou de todo. Toca de perguntar onde está l’ascenceur? Ora bem. Pago 9 euros e vou a pé, era o que mais faltava!!! Lá me indicaram onde havia o elevador e fui; mas o rapazito que ia no elevador, quando lhe perguntei se podia descer também de elevador, respondeu-me logo que não, e até me disse qual o número de escadas eu tinha para descer, pus as mãos à cabeça e disse:
Não acredito! Não pode ser…isto vai dar confusão, ai vai, vai!

No terraço, mais de 50 metros acima do solo, os visitantes obtêm uma vista ímpar sobre os telhados de Paris, e uma oportunidade de apreciar as famosas perspectivas concebidas pelos planeadores da cidade, incluindo o famoso barão Haussmann.
Iniciado em 1806, por ordem de Napoleão, em honra dos exércitos franceses, e completado 30 anos depois, no reinado de Luís Filipe, o Arco do Triunfo é tanto um repositório de memórias como um símbolo.
Ao fim da tarde, depois de ter assistido à comovente cerimónia do acender da chama no túmulo ao soldado desconhecido que repousa sob o arco desde 1921, pode subir ao terraço e admirar o pôr do Sol, enquanto as luzes de Paris começam a acender.

À luz do dia, é possível notar detalhes pouco visíveis à noite. Por exemplo, a existência de um terraço, mais de 50 metros acima do solo; quando passamos em baixo vê-se dezenas de pessoas lá em cima.
O arco é composto por quatro grandes pilares que facilita a passagem entre as duas maiores entradas da frente e duas laterais mais pequenas que também servem como entrada.
Os pilares apresentam cada um ao centro uma escultura.
Termina com acabamento maciço e decorado com cenas das grandes batalhas de Napoleão imortalizadas com o nome de cada uma delas.
Todo o conjunto está decorado com magníficas coroas.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

PARIS (2)

O Arco do Triunfo foi construído por Napoleão Bonaparte em 1836. O monumento é uma homenagem ao Exército Francês e ao próprio Napoleão. Em 1921, foi inaugurada lá a tumba ao soldado desconhecido morto na Primeira Guerra, para lembrar os 1,5 milhões de soldados mortos no conflito. Desde 1923, todos os dias às 18h30, mesmo durante a Segunda Guerra, a Chama da Lembrança é reacesa.

É considerado o maior arco triunfal do mundo, tendo 50 metros de altura e 44 de largura. Nas suas paredes estão gravados os nomes de 128 batalhas e 558 generais e sob ele fica o Túmulo do Soldado Desconhecido.
Um museu anexo conta a história do monumento. Contrariamente ao que alguns possam pensar, ele não é único. Existem vários espalhados pelo mundo, sempre criados para eternizar as conquistas. É uma tradição antiga que remonta ao Império Romano.
O ano passado, na Índia, em Nova Delhi estive junto a um monumento que também parece o Arco do Triunfo, mas que é denominado como “Porta da Índia”.
O monumento domina a Praça Charles de Gaulle, que era conhecida como Place de l'Étoile (do francês "praça da estrela") em razão de seu formato de estrela.
O barão Georges-Eugène Haussmann adicionou sete novas ruas às cinco que já iam ao encontro do arco como parte da renovação feita em Paris no século 19. Radiando do arco, as 12 avenidas se espalham para todas as esquinas de Paris.
É praticamente impossível atravessar a Praça, se alguém decidir cruzar o trânsito maluco de Paris que borbulha em volta do arco.
A característica menos notória do arco é a mais importante agora: uma passagem para pedestres, por baixo da rua, que leva à base do arco.

domingo, 29 de novembro de 2009

PARIS (1)

A cidade-luz é uma das mais charmosas e românticas de toda a Europa, por isso é uma das mais visitadas pelos turistas.
Logo no transfer para o hotel partilhei a companhia de 3 casais americanos… durante o percurso de autocarro fazendo o City-Tour fui encontrando pessoas de todas as nacionalidades.
No 1º passeio pela cidade, no bairro onde ficava o hotel encontrei 2 senhoras portuguesas, animadamente falando o bom português, uma delas já lá vive há 35 anos e a outra há menos tempo. Disseram logo que eu estava no bairro dos Teatros, Ópera, muitos espectáculos e disseram para ir visitar o Museu Grévin, ali mesmo ao lado; disseram também: se seguir em frente vai dar às Galerias LaFayette…
No hotel, na 1ª manhã encontrei um casal de brasileiros que arrumam e limpam os quartos no hotel.
Antes da viagem fui lendo informação para me ajudar e aprendi alguns conselhos:
1) Sentar-se em frente a um café parisiense e ver a vida passar é o que os franceses mais curtem, principalmente durante o verão. Em qualquer parte da França existe um café em alguma esquina;
Fui em pleno Outono e também vi muitas pessoas sentadas nas esplanadas, porque as esplanadas lá não são iguais às de cá, todas elas têm aquecimento e sabe bem estar ali a ver passar a vida parisiense. Tive o prazer de jantar num local assim e ali fiquei a observar tudo o que me rodeava.

2) Paris é uma cidade perfeita para caminhar.
SIM, apetece mesmo passear; decidi comprar bilhete para 2 dias no City-Tour, para reconhecimento da cidade e depois podia descer e subir todo o dia e mudar de autocarro, pois tinha acesso a 4 rotas diferentes. Deixei-me perder algumas vezes pela cidade, embora também tenha experimentado andar de metro. Precisamente por ter escolhido passear, ainda sobraram bilhetes de metro.


3) Ir à França e não tomar o famoso vinho francês ou não comer o verdadeiro croissant é o mesmo que ir ao Rio e não visitar o Cristo Redentor. Não deixe de experimentar a gastronomia deste país;
Ora bem, posso dizê-lo que já fui ao Rio de Janeiro e não fui lá acima ao Cristo Redentor, vi-o cá de baixo e chegou…quanto à gastronomia francesa, croissant e mil-folhas provei e aprovo, uma verdadeira delícia principalmente os mil-folhas. Vinho, não obrigado. Em pleno Outono dei comigo a beber uma imperial, na esplanada, coisa nada habitual em mim, daí ter-me surpreendido.

4) Como a maioria dos franceses, aproveite os dias de sol e almoce em estilo piquenique em um dos vários parques de Paris. O Jardim de Luxemburgo, por exemplo, é um dos mais lindos da cidade; Comi em estilo piquenique também, mas não ao sol nem tive oportunidade de entrar no jardim de Luxemburgo, passei mesmo ao lado, e vi as enormes filas para entrar, no domingo. Apercebi-me que a entrada é paga…não faço a mínima ideia quanto se paga.

5) Ver o pôr-do-sol sob a Torre Eiffel é uma oportunidade única. Tente subir ao segundo andar e espere o tempo necessário para todas as luzes da cidade começarem a acender ao mesmo tempo. Vale muito conferir!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

LISBOA VISTA DO TEJO





A viagem continua sempre com o belo rio Tejo a acompanhar o meu magnífico passeio

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Vistas do TEJO

Após a partida do "Atlantic Star" nada melhor do que procurar uma esplanada, pedir um cocktail fresquinho e ficar ali sentada a apreciar as vistas de Lisboa, enquanto o navio iniciava a sua viagem com destino a Gibraltar.


Junto à Ponte 25 de Abril deu para ver um combóio que passava naquele momento, no tabuleiro inferior da Ponte.

"PACIFIC DREAM" foi o navio que substituiu o "ATLANTIC STAR" no percurso "AS JÓIAS DO ATLÂNTICO" quando a minha viagem terminou; um navio maior e com mais suites.

A ponte giratória que atravessei para me dirigir ao navio, naquela manhã de domingo, no Cais "Rocha d'Óbidos". Ao fundo vê-se um barco dos que faziam a travessia Barreiro-Lisboa, que foi comprado por um privado e agora funciona como restaurante.

"JANELAS VERDES" vista do Tejo, dentro do navio "Atlantic Star"

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

ÍNDIA




Espiritualidade

Que belo pátio!!!
Meu 1º passeio na Índia

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Umas férias na Isla Canela

Como já é hábito faço sempre férias em época baixa, Maio e Outubro são os meus meses preferidos.
Em Maio de 2005 convidei a minha sobrinha para ir comigo de férias até à Isla Canela. Nunca tinha alugado um «apartamento» e desta vez decidi-me, não queria um hotel, um lugar tão público, onde todos andam a toque de caixa…prefiro um lugar mais personalizado, mais íntimo, como se estivesse em casa, sem horários para deitar, acordar, comer… então escolhi um apartamento LEO e lá fomos as duas de carro. Uma viagem calma, sem pressas, conversando o tempo passou sem nos apercebermos.
Assim que entramos na Isla Canela encontrei o dito apartamento e, curiosas, lá fomos à descoberta da nossa casinha por uns dias: uma cozinha com tudo o que era necessário, embora não fosse com ideias de cozinhar, mas dava para aquecer o leite no micro-ondas para o pequeno-almoço; um quarto, casa de banho, uma sala onde podíamos ver televisão, uma varanda fantástica com uma vista espectacular. Vê-se na foto a «nossa varanda».
As refeições eram feitas onde calhasse, todos os dias experimentávamos lugares diferentes. Descobrimos bem perto, um mini-mercado onde fazíamos as nossas compras diariamente.
Íamos para a praia a pé, não era necessário levar o carro, dávamos grandes caminhadas pela praia.
Num desses dias encontrei este homem a «limpar a praia», achei o máximo, nunca tinha visto tal coisa, o cuidado, bem cedo, antes que a praia fosse invadida pelos turistas, de retirar todos os objectos e lixo com a ajuda desse utensílio que tinha uma rede e onde recolhia o que não prestava. Tive que lhe tirar uma fotografia, achei muito interessante.
Tínhamos uma piscina à disposição como mostra a foto.


Isla Canela é uma urbanização pertencente ao município de Ayamonte, na Província de Huelva, um município que faz fronteira com Portugal e que tem 3 núcleos urbanos: Isla Canela, Ayamonte e Punta del Moral.
É um complexo turístico que dispõe de uma extensa praia de areia dourada, com diversas actividades para realizar ao ar livre.
Praias, campos de golfe, caminhos onde pode praticar caminhadas ou passeios de bicicleta, percursos culturais... são muitas as actividades que podem ser desenvolvidas em Isla Canela.
Isla Canela fica na Costa de la Luz, no município de Ayamonte, tem um clima ideal, sítios onde podemos relaxar e lugares onde podemos gozar em pleno as férias. E fica tão perto de Portugal...a cerca de 5 km está Ayamonte que tem um mercado, lojas e restaurantes. A partir daqui pode ir ao Algarve pela auto-estrada atravessando a ponte do Guadiana.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Funicular de FLOIBANEN

Aproveitei o céu limpo e dei ouvidos às palavras de quem havia catalogado de imperdível uma visão global de Bergen, lá do alto.
Para onde quer que o olhar se dirija, aliás, o verde das sete colinas que circundam Bergen impõem-se na paisagem.
Para lá chegar, utilizo o funicular do monte Floyen, a forma mais preguiçosa de aceder à magnífica vista panorâmica sobre a cidade de Bergen que a altitude proporciona. O monte Floyen é outro dos emblemáticos bilhetes-postais da cidade e a fama é, neste caso, perfeitamente justificada.
E, se estamos na Noruega, não devemos esquecer os «Trolls», encontrei este bem lá em cima, no monte Floyen.


Uma bela vista de BERGEN e do seu lago, lá do alto do monte.


(fotos minhas)

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Bryggen - Património Mundial


O que faz de Bergen uma cidade tão atraente é, antes de tudo, o seu charme e a atmosfera relaxante que emana das suas artérias. E em nenhum outro lugar isso é tão evidente como em Bryggen, porta de entrada na cidade de outros tempos, com as suas casas de madeira que retribuem o aparecimento do sol com cores vivas e contrastantes.



Já em Bergen numa viagem pelos casarios recuperados de Bryggen.


Uma viagem tranquila onde só os preços não convidam a estadias prolongadas.


Bryggen é o que resta do antigo cais do lado este do porto central de Bergen, área reconstruída no seguimento de um incêndio que reduziu a cidade a cinzas, corria o ano de 1702. Hoje, tudo o que resta da estrutura original de Bryggen é um quarteirão recuperado sob a égide da UNESCO, uma espécie de museu vivo e ao ar livre, exibindo parte da história cultural da região. A arquitectura, o artesanato, os ofícios tradicionais, as artes ligadas à pesca.