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sábado, 28 de maio de 2011

RECOLHIMENTO

HERANÇA
(Genaura Tormin)

Aos que amo, amei e amarei,
Deixo por herança,
Essa minha esperança,
ESSA VONTADE DE QUERER VIVER.
Deste meu jeito de moleca,
Levada da breca, arteira, traquina,
Restará saudade.

Deixo a minha crença,
O sonho aceso, a fé,
E o verso inacabado.
Ainda por herança,
O MEU ENCANTO,
O MEU TALENTO,
E ATÉ O GÉNIO FORTE,
Atrevido, valente,
QUE ME FEZ DIFERENTE,
Caminheira sem rastros,
MAS UM SER CONTENTE.




NO RESCALDO DA NOITE DE ONTEM, estou em recolhimento e reflexão!
O meu estado de espírito variou entre a alegria estampada no olhar e a tristeza de ninguém aparecer - comparável ao desconforto de outras situações análogas.
Hoje decidi procurar um poema adequado à situação.
E ENCONTREI-O.
Encontrei nele palavras que me definem, quer gostem ou não gostem (quem me lê)...
O meu encanto,
O meu talento,
E até o génio forte,
Atrevido, valente,
Que me fez diferente,
Caminheira sem rastros,
Mas um ser contente.
É ASSIM QUE SOU.