domingo, 29 de agosto de 2010

CATEDRAL DE GROSSMÜNSTER - ZURIQUE

Continuo em Zurique - para quem prefere caminhar e conhecer a cidade tudo é pertinho. A igreja de St. Peterskirche com o maior relógio de torre da Europa, de quase nove metros de diâmetro. Do outro lado da ponte Münsterbrücke fica a Catedral de Grossmünster, em estilo românico.
A Catedral de Grossmünster - situada na margem leste do rio Limmat - ressalta na paisagem pela imponência de suas duas torres simétricas.
A catedral que guarda uma das melhores vistas da cidade. Prepare-se fisicamente para encarar os 187 estreitos degraus que levam ao alto da torre, porque a vista vale o esforço. Para fechar o roteiro, não deixe de conhecer a St. PeterKirche, igreja que ostenta o maior relógio da Europa. Dizem que esse é o motivo de os suíços serem tão pontuais.

Mesmo no outro lado do rio desde a Igreja de S. Pedro, vemos a catedral erguer-se, cinzenta, como um monumento chamativo desde qualquer parte da cidade. Debruça-se sobre o rio com um miradouro espectacular, onde os suíços se acotovelam para tomar alguma coisa quando faz bom tempo, e dá uma sensação de paz e tranquilidade. Sem ser espectacular, a sua beleza sóbria chama a atenção do visitante
A área ocupada pela "Grossmünster" abrigou inicialmente um convento, construído por volta de 870 d.c. No século XI outra igreja teria sido construída no local. A atual construção foi iniciada em 1100 e concluída em 1220. As duas torres características da "Grossmünster" datam de 1487 e 1492. A igreja foi completamente reformada em 1845. Em 1913-15 ela sofreu reformas internas.

Uma vista do lago, com um pescador que tranquilamente está à pesca. Ao fundo vê-se o edifício da Ópera em Zurique.

Um achado macabro na mais conhecida igreja de Zurique: arqueólogos descobriram frente à "Grossmünster" uma fossa contendo milhares de ossos.
Os restos mortais vêm do tempo da Reforma Protestante, no século XVI, quando os religiosos esvaziaram os ossuários das igrejas católicas por considerá-los contrários à "verdadeira" fé.
Foi um grande susto para os operários. Ao começar a escavar um buraco para a instalação de um novo container subterrâneo para detritos no canteiro de obras da famosa "Grossmünster", a catedral da Igreja protestante em Zurique, eles depararam com uma grande quantidade de ossos humanos. Logo eles perceberam que os restos mortais eram uma camada de vários metros abaixo da superfície.

sábado, 21 de agosto de 2010

FRAUENBAD - ZURIQUE

Hoje encontrei este pensamento de "Diderot" muito expressivo e verdadeiro em relação aos meus sentimentos e emoções sempre que viajo, é que antes de lá chegar, eu já lá estou...ai, se estou...e depois de regressar a casa, ainda lá fico muito tempo...
Diderot
Comecei nos finais de Junho, a escrever sobre esta viagem de férias, só que entretanto outros acontecimentos fizeram com que tenha interrompido a história das minhas férias; espero que desta vez não haja mais interrupções. Nesta 1ª foto, foi logo assim que o autocarro nos deixou em Zurique junto ao Lago, pode-se ver "FRAUENBAD". O guia explicou o seguinte:
“Frauenbad”, mais antigo balneário da cidade. Construído em 1837 como uma “casa de banho para senhoras” no Rio Limmat, a facilidade é exclusivamente reservada para mulheres até os dias de hoje, seguindo a tradição secular. De dia, somente mulheres são aceitas, porém à noite, o local abre suas portas a todos os visitantes e oferece uma pequena biblioteca, uma loja e um quiosque com sanduíches e sucos naturais. Além disso, sessões de shiatsu, Qigong Yangsheng e massagens tradicionais podem ser solicitadas mediante reserva.
Acomoda cerca de 150 pessoas. O quiosque serve café, água mineral, saladas e doces. À noite o balneário se transforma no Barfussbar, que apresenta grande variedade de eventos culturais.
Nesta foto vê-se a marina com os barcos cobertos e novamente "Frauenbad". O Frauenbad está localizado na Stadthausquai, e é basicamente um espaçoso deck de madeira flutuante sobre o rio Limmat, a cerca de 400m de distância de onde o rio começa a fluir para fora do lago. É uma oportunidade única para relaxar num ambiente nostálgico e desfrutar de uma vista da cidade.

Na foto, um barco típico que faz viagens no Lago de Zurique. Ao fundo, os Alpes cobertos com alguma neblina.

No relógio vê-se que eram 08h 45m, numa manhã um pouco fresca e bem cedo, já estavamos neste lugar, depois de despertarmos de um sono repousante e de ter comido um suculento pequeno-almoço - o dia começa bem cedo.
A Bahnhof-Platz é a praça central dos tradicionais trolleys azuis de Zurique e embarcar num deles é uma excelente opção para fazer um passeio - o que, realmente não aconteceu, por isso, numa próxima ida a Zurique não vou perder essa oportunidade.
Há que esquecer o autocarro moderno de tecto aberto, pois os trolleys clássicos em Zurique levam os passageiros pela cidade em aproximadamente duas horas e mostrar os verdadeiros destaques da cidade, incluindo a Bahnhofstrasse, uma secção da Old Town, a Igreja Fraumünster com as suas famosas janelas Chagall e as vistas dos Alpes a partir do melhor ponto do lago. Uma dica – sentar-se no lado direito do trolley. A maior parte das coisas de interesse estão deste lado!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

NOMEADOS PARA UM "MIMINHO" DE VERÃO

O meu amigo Fernando do blog http://nothingandall.blogspot.com/ foi escolhido entre vários outros bloggers por alguém que decidiu fazer expressa manifestação de que ele estava incluído no seu rol de amizades que vários anos de vida do seu blog permitiu granjear e solidificar.
Ele, por sua vez, fez também a sua escolha e fiquei super feliz e bastante grata por o meu blog "Momentos Perfeitos" ter sido nomeado pelo Fernando.
Obrigado querido Amigo!
Como tal, não posso deixar de dar andamento a esta «Blogagem Colectiva» e aqui expresso também o meu reconhecimento a uns tantos amigos que por cá passam mais ou menos regularmente...

E os nomeados são:
http://zambezianachuabo.blogspot.com/
http://vieiracalado-poesia.blogspot.com/
http://encostadomar.blogspot.com/
Barlavento - http://www.mar-la-vento.blogspot.com/
Zé Povinho - http://pinderico.blogspot.com/
Osvaldo - http://mautristeefeio.blogspot.com/
Bichodeconta (Ell) - http://alvesbesuga.blogspot.com/
Luís Coelho - http://luisrcoelhohotmailcom.blogspot.com/
Lili Laranjo - http://africaempoesia.blogspot.com/
http://poetaeusou.blogspot.com/
Maria Valadas -
http://ecosdepalavras.blogspot.com/
http://mararavel.blogspot.com/
Justine - http://quartetodealexandria.blogspot.com/
http://omeusofaamarelo.blogspot.com/

A todos que me visitam e, em especial, aos nomeados desta vez, votos de um excelente fim de semana. Continuação de dias felizes.
Grata por fazerem parte do meu mundo, aqui na blogosfera.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

PENÍNSULA DE TRÓIA (Passeio no Sado)

Tal como tinha prometido é este o último post sobre o maravilhoso passeio no rio Sado. Nesta imagem o barco aproximava-se do vasto areal da Península de Tróia.
Situada numa zona de grande beleza natural, a Península de Tróia é uma faixa de areia dourada com cerca de 17km de comprimento e 1,5km de largura, rodeada por um mar azul que faz deste local um destino privilegiado para momentos de lazer. As praias de Tróia são famosas pela sua tranquilidade e boas condições que oferecem a todos os visitantes, usualmente praias de larga extensão que consagram espaço e condições para todos. Este é um local ocupado pelo homem desde tempos antigos, sendo no período de ocupação Romana uma ilha do delta do Sado, denominada de Ilha de Acála, sendo ainda hoje visíveis as Ruínas Romanas de Tróia que atestam este período histórico, nomeadamente desde o século I d.C..

Tróia serviu então, durante muitos séculos e no encaminhamento da utilização dada pelos Romanos, como um local industrial de salga e conserva de peixe e de funções piscatórias em geral, tendo no século XVIII tido lugar escavações arqueológicas que confirmaram a existência de antigos pequenos aglomerados residenciais. Hoje em dia Tróia oferece as mais variadas infra-estruturas e serviços, entre alojamento, restauração, parque de diversões, campos de ténis e golfe, entre outras, estando a decorrer uma profunda remodelação urbano-paisagística que pretende remodelar as construções decorridas nas décadas de 60 e 70 do século XX, destinadas a um turismo de massas, entretanto degradadas.


Apenas a uma hora do Aeroporto de Lisboa, esta moderna estância está virada para o Estuário do Rio Sado e impressiona com o seu design singular, assim como com a sua localização na península de Tróia.
Mesmo ao lado da marina, o Tróia Design Hotel dispõe de inúmeros quartos e suites luxuosos. Observe os golfinhos da sua varanda a saltitar no mar ou assista a algum programa na sua televisão de ecrã plano. Todos os quartos foram concebidos tendo o seu conforto em mente e possuem distintas mobílias contemporâneas. O Tróia Design Hotel também apresenta um amplo centro de conferências e local de exposições, perfeitos para eventos especiais de qualquer tipo.

Nesta imagem: O Tróia Design Hotel é um resort contemporâneo de 5 estrelas composto por 61 quartos de luxo e 144 suites residenciais com vistas magníficas para o mar e para a enigmática Serra da Arrábida. Assume a sua imponência através dos seus 14 pisos, varandas ondulantes e uma fachada comunicante com a outra margem através de um sistema de iluminação inovador.

Nesta minha foto podemos ver o constante movimento de barcos que fazem a ligação das duas margens: Setúbal e Tróia.
Começando pela famosa travessia por ferry-boat que liga Setúbal a Tróia, muito há para descobrir e usufruir na Península de Tróia, entre belas e calmas praias a pequenas aldeias de pescadores, como a Carrasqueira, que mantêm as suas típicas casas e tradições piscatórias, que importam conhecer e preservar.

domingo, 1 de agosto de 2010

PEDRA DA ANICHA - ARRÁBIDA

A pouco mais de meia hora de Lisboa, o Parque Natural da Arrábida oferece excelentes oportunidades de contacto com a natureza e de observação de aves. Após o recente alargamento, o parque estende-se actualmente desde a zona do Outão (perto de Setúbal) até ao Cabo Espichel. A parte central do parque, chamada Serra da Arrábida, é uma zona de grande beleza, que culmina a 500 metros no pico do Formosinho e desce abruptamente sobre o mar.
A viagem continuava e podíamos avistar do rio algumas preciosidades como este "Palácio" com varandas forradas de riquíssimos azulejos trabalhados, de cor azul, e que fica junto ao "Parque das Merendas".
Nos últimos anos foram construídos 3 túneis, para circular com mais protecção, junto às arribas da serra. A Serra da Arrábida e todos que a visitam e amam já mereciam esta obra há muito tempo.


Apesar da sua pequena dimensão, o Portinho da Arrábida tem três locais de interesse: o Museu Oceanográfico, a Pedra da Anicha e, claramente a mais conhecida, a praia do Portinho da Arrábida.
Pedra da Anicha - é uma afloramento rochoso, pertencente a uma antiga linha de costa, a 100 metros da praia e é Reserva zoológica do Parque Natural da Arrábida, pela sua fauna marinha e algumas algas.

Todo o local onde se situa o "Velho Convento" (onde estão as Ermidas) e o "Novo Convento" (onde se efectuam encontros e reuniões importantes), está na posse da Fundação Oriente que tem efectuado obras de restauro para preservação do grande património histórico/cultural.
A própria estátua do "Senhor dos Aflitos" da Ermida, vai ser toda restaurada por especialistas em arte antiga, pois que um devoto há alguns anos atrás resolveu pintá-la com tinta de óleo julgando estar a fazer um bom trabalho de conservação. Por esse e outros motivos (vandalismo, roubos, etc.) o livre acesso foi vedado e quem desejar visitar o lugar terá primeiro de marcar por telefone a respectiva visita que será acompanhada pelo guarda do Convento que se disponibilizará para o efeito.
O contacto é: 212197620 ou 212197628.
Este é um lugar de Mistério da grandiosa "Serra-Mãe" (como lhe chamava Sebastião da Gama) cuja energia se sente como algo vindo do interior que transmite paz de espírito e convida à reflexão perante a maravilhosa paisagem que se apresenta também à nossa visão.
Apenas farei mais um post sobre este maravilhoso passeio pelo rio Sado, para terminar esta série de imagens e textos, que penso ter agradado a todos que já conhecem este lugar magnífico, bem como àqueles que ainda não conheciam. Todas as fotos são de minha autoria.

sábado, 24 de julho de 2010

FINALMENTE...OS GOLFINHOS!!!

Os dias quentes estão aí, por isso não há desculpas para não acordar cedo e partir em busca de novas aventuras. Organize este género de passeio para um sábado de manhã.
Eu fiz durante grande parte do dia de sábado, das 10h às 17h.
Houve um toque de alvorada bem cedo, o que não é costume…porque aproveito os fins de semana para colocar o sono em dia.
Depois de um grande pequeno-almoço em família, diga aos seus filhos que hoje vão visitar uns amigos seus, mas como estes moram perto da praia precisam de levar um saco com protector solar, chapéu, toalha e fato de banho. Prontos? Então façam-se à estrada e rumem em direcção a Setúbal.
O passeio começa cedo e não convém perder pitada!
Assim que chegarem a Setúbal, vão deparar-se com uma cidade piscatória, detentora de uma das mais belas baías do mundo. Sigam em direcção à Doca de Pesca. É aqui que vão encontrar uma ou duas empresas pioneiras na observação dos golfinhos, irão proporcionar-vos um passeio inesquecível de três horas, a navegar pelas águas límpidas e azuis que caracterizam a costa da Arrábida.
Há vários tipos de barco; um deles é mais uma surpresa fantástica de que os seus filhos não estão à espera. O Esperança é um veleiro catamarã de 75 , com uma rede flutuante. Um barco lindo, onde se podem deitar na rede e desfrutar o som do mar ou ver os próprios golfinhos a passarem por debaixo do catamarã. Tenham a máquina à mão para filmar ou fotografar, pois vai ser uma experiência brutal!

Não foi neste género de barco que fui, mas será a minha próxima aventura no Sado, ir num barco onde posso ver os próprios golfinhos a passarem por debaixo do catamarã. Terei sempre a máquina à mão para fotografar.
O que acontece é que nem sempre se conseguem ver os golfinhos, pois apesar de serem residentes naquele local, por vezes, caçam no mar.
Companhia certa neste passeio são as aves que por ali voam (gaivotas há muitas) e
se deixam mergulhar no mar e, claro, o azul tranquilo do céu e do mar....
Já em águas territoriais dos golfinhos, o barco afrouxou a sua marcha, pareceu-me mesmo que tinha desligado os motores, também para não assustar os golfinhos e a inquietação começou a apertar. Ouvi: Os golfinhos estão ali. Não acreditei ser possível ver os golfinhos tão perto de mim e disse à guia: Hum, tenho as minhas dúvidas. Já atravessei vezes sem conta esta baía a caminho de Tróia e nunca os vi. Mas, naquele dia seria diferente.


Calmamente, o barco continuou a navegar pelo estuário até que os golfinhos se aproximem. Depois de os motores desligados, é esperar que os simpáticos mamíferos vos venham cumprimentar. É uma população de 26 golfinhos roazes residentes, cinco deles são crias, quatro juvenis e 17 adultos. Esta espécie é cinzenta-escura no dorso e a cor diminui de intensidade perto da barriga, sendo branca ou até rosa muito clara. Andam grande parte do seu tempo à caça e o seu prato predilecto são os chocos e as tainhas. Como gostam de rasgar as redes dos pescadores para se alimentarem, ficaram conhecidos por roaz.
É um delírio ver estes animais tão perto.
De regresso ao cais, e com alguma sorte, cruzei-me com os golfinhos: nada como acabar em beleza!
É preciso dar algum descanso aos animais porque um dos grandes problemas que enfrentam é o excessivo tráfego marítimo. A viagem estava prestes a terminar, dentro de dez minutos encostamos em Setúbal e saímos para terra.
Na 1ª foto, os que não foram a terra, para um mergulho nas águas do Sado, ficaram descontraidamente a relaxar; ao fundo vê-se as torres de Tróia. Na 2ª foto, vêem-se as gaivotas deslizando nas águas azuis e límpidas do Sado; na 3ª foto mostro o que foi possível captar com a máquina, pois os golfinhos são muito rápidos nos seus mergulhos, mas vi muito mais do que consegui captar. Primeiro do lado direito do barco, ao longe e de repente bem perto de nós, depois apareceram do lado esquerdo, juntinho ao barco, mais de 10, uma família enorme; de tal forma que a curiosidade era tanta que todos os tripulantes foram para o lado esquerdo que o barco ficou demasiado inclinado para a esquerda.

sábado, 17 de julho de 2010

RIO SADO - CONVENTO DA ARRÁBIDA

A viagem continua em direcção ao "Portinho da Arrábida" e aqui passamos ao largo da "Praia da Figueirinha"; este amigo de desportos náuticos passou muito perto do nosso barco.

Na próxima foto vê-se uma imagem do "CONVENTO", onde foram rodadas cenas do filme "O Convento" - é um filme luso-francês, uma longa-metragem de ficção realizada por Manoel de Oliveira no ano de 1995
A trama desenrola-se num misterioso convento isolado na serra da Arrábida. Michel, investigador americano procura indícios de que William Shakespeare era Judeu espanhol. Acompanhado pela mulher, Helène lá ficam algum tempo, vindo-se a envolver de forma estranha com os restantes inquilinos do convento.
É mais um filme de sucessivos planos longos, focando objectos, estátuas do monumento e os gestos, as palavras, dos actores. Toda a construção visual do filme é de uma extrema lentidão, em contraste com o desenrolar da história, a qual é abrupta e inconstante. Uma das cenas mágicas é quando Helène e Baltar caminham no meio do arvoredo, acompanhados pela câmara em "traveling", não se sabendo muito bem porque ali estão e o que irão ali fazer.
Com a participação de Catherine Deneuve no papel de Helène e de John Malkovich que representa o investigador americano, O Convento é uma história cujos os diálogos são da responsabilidade de
Agustina Bessa-Luís, que mais uma vez é co-autora de um filme de Oliveira.

Na seguinte foto vê-se o barco de apoio a transportar pessoas do nosso grupo para o areal da Figueirinha, para 30 minutos de banho, enquanto no barco os cozinheiros tratavam do almoço - uma sardinhada, acompanhada de salada e frescos carapaus, bem como umas febras grelhadas e pão, tudo regado com bom vinho, sumos e águas, no fim a fruta da época e um cafezinho para terminar um almoço delicioso, no meio do rio Sado.