sábado, 18 de maio de 2013

GRANADA E O BAIRRO ALBAYCIN


Numa das torres de vigia, no Alhambra 
existe uma placa que resume muito bem o seu passeio, 
são versos do poeta Francisco de Icaza: 

“Dê-lhe uma esmola mulher! 
que não há nada na vida tão ruim 
quanto ser cego em Granada”.




na foto acima, a vista que se alcança do
MIRADOR DE SAN CRISTOBAL
sobre a cidade de GRANADA

uma visita obrigatória
que há muito desejava fazer
pois, como diz o poeta
NÃO HÁ NADA NA VIDA TÃO RUIM
QUANTO SER CEGO EM GRANADA

antes que eu cegue de vez, já vi Granada e Alhambra

na imagem abaixo o "Grupo" de Séniores
lá ia dar início à visita ao BAIRRO DE ALBAYCIN







sábado, 27 de abril de 2013

REFÚGIO NO MEU DIA 19 ABRIL






ninguém pode imaginar o que esta imagem teve de importante naquele dia...
Em 19 Abril de 2012 dia dos meus 57 anos eu tinha andado pela primeira vez de canoa, como se pode ver nas fotos do outro post, na Tailândia
e, um ano depois, eu estava ali a ver um filme que adorei e onde aparece esta imagem...!!!
Na foto abaixo pode-se ver a capa do livro que deu origem ao filme...
alguma vez eu conseguiria ler um livro com mais de 300 páginas? Never...
Ali, assisti ao filme durante 2 horas e adorei!




Título original:Safe Haven
De:Lasse Hallström
Com:Cobie Smulders, Julianne Hough, Josh Duhamel
Género:Romance
EUA, 2013, Cores, 115 min.
Decidida a deixar o passado para trás, Katie (Julianne Hough) decide recomeçar 
uma nova vida em Southport, uma pequena cidade piscatória 
no estado de Carolina do Norte, EUA. 
Com o passar do tempo, e apesar de relutante em criar laços seja com quem for, 
ela acaba seduzida pela generosidade de Alex (Josh Duhamel), um jovem viúvo 
com dois filhos pequenos, que teima em manter-se por perto. 
Agora, com uma vida que parece ter tomado um novo rumo, 
ela sente-se feliz e cada vez mais ligada a Alex e às duas crianças. 
Porém, o passado obscuro que durante anos tentou esquecer parece ter voltado 
para a assombrar quando um homem misterioso chega à cidade, 
decidido a revelar segredos que vão alterar a opinião que todos têm sobre dela.
Realizado por Lasse Hallström 
("Regras da Casa ", "Chocolate", "Hachiko - Amigo para Sempre"), 
"Um Refúgio Para a Vida" é mais uma adaptação cinematográfica da obra de Nicholas Sparks.


sexta-feira, 19 de abril de 2013

AO PHANGNGA NATIONAL PARK - TAILÂNDIA








Para festejar o meu aniversário

decidi fazer um passeio inesquecível de barco,

neste PARAÍSO


segunda-feira, 8 de abril de 2013

PATRIMÓNIO MUNDIAL DA UNESCO em 1993




No barco onde haveria de passar a noite, 

a simpática tripulação distribuía 

os belos quartos a cada viajante. 

Este foi o meu - camarote 106

Senti-me uma rainha nos seus aposentos

com uma Baía maravilhosa a rodear-me

o som da água cantava nos meus ouvidos

e deixei-me embalar...







Ali estava eu
WELCOME
na imagem abaixo, 
a sala de jantar da embarcação, 
onde tomei todas as refeições.
Apenas 2 grupos ocuparam a embarcação
o nosso composto por 9 pessoas
e um outro com 10 franceses
os respectivos Guias de cada grupo
e os elementos da tripulação
foram mesmo
MOMENTOS PERFEITOS





Cada viagem, 
cada lugar, 
cada povo tem sempre uma história. 
Histórias de viagens, 
de experiências, de momentos 
que não se esquecem e que se podem partilhar 
com outros que gostam também, 
de ouvir e contar histórias.



quinta-feira, 28 de março de 2013

IMPRESSÕES DO VIETNAM




Esta imagem será sempre a minha associação ao VIETNAM.
Qualquer viajante que cruzou com uma mulher vietnamita 
vai se lembrar com segurança esse belo terno de seda longo vietnamita.
O áo dài é o traje típico vietnamita para as mulheres. 
Em sua forma atual, é um vestido de seda de corte apertado, 
utilizado sobre calças.
Áo dài é pronunciado /ˈáʊ ˈjà/ no sul do Vietnã e /ˈáʊ ˈzàɪ/ no norte. 
Áo vem duma palavra do chinês medieval que significa "casaco acolchoado" (). 
Na língua vietnamita atual, áo se refere a um item de vestimenta que cobre 
o corpo inteiro a partir do pescoço, enquanto dài significa "longo." 
O termo áo dài vem sendo aplicado a diversos tipo de roupas, historicamente, 
incluindo o áo ngũ thân, uma vestimenta aristocrática do século XIX. 
Inspirado pelas modas de Paris, 
o artista Nguyễn Cát Tường, de Hanói, redesenhou o ngũ thân 
como um vestido, em 1930. 
Na década de 1950, os estilistas de Saigon apertaram 
o caimento do vestido, produzindo a versão utilizada pelas mulheres vietnamitas 
hoje em dia. 
O vestido foi extremamente popular no Vietnã do Sul na década de 1960 
e no início da década de 1970. 
Na década de 1990 o áo dài reconquistou popularidade. 
A roupa equivalente para os homens, chamada de áo gấm ("roupão de brocado"),
 também é vestida em ocasiões especiais, 
como casamentos e aniversários de morte.





...onde as mulheres mascam ervas para ficarem 
com os dentes pretos e fogem do sol e da cor 
que este possa dar à pele como o diabo foge da cruz








desde a minha visita à Índia que pela 1ª vez vi as pessoas estarem de cócoras com a maior das facilidades, é o seu estado normal de descanso - voltei a ver aqui no Vietnam, achei engraçada a semelhança, com toda a naturalidade


domingo, 17 de fevereiro de 2013

A ALDEIA DE ALTE E A POESIA



A aldeia de Alte situa-se no concelho de Loulé, 
para lá do barrocal algarvio 
e espreita com orgulho a Serra do Caldeirão 
a erguer-se a Norte.
Afastada do turístico Litoral, é considerada uma das aldeias 
mais típicas e preservadas do Algarve (e mesmo de todo o Portugal), 
com as suas casas pintadas nas cores correntes da região 
(ocre, almagre, azulão, antracite, destacando-se de um fundo branco), 
as açoteias, as tradicionais chaminés e as ruelas pavimentadas 
em calçada portuguesa.
                                             
                                              Em 1871, nasceu aqui 

o poeta Francisco Xavier Cândido Guerreiro, 

cujo retrato se encontra perpetuado 

nos painéis de azulejos do aprazível jardim da Fonte Pequena, 

juntamente com alguns dos seus poemas.



Fonte Pequena e Fonte Grande - Nascentes de água 
(Olho de Boi) que, durante séculos, foram local de encontro 
das mulheres da aldeia para encherem os cântaros de água 
e lavarem a roupa, hoje são um local aprazível 
propício ao repouso e piqueniques. 
Tratam-se de nascentes de água localizadas num pequeno vale 
junto da aldeia de Alte. 
Nas margens da ribeira encontram-se restaurantes, cafés, 
áreas de piquenique e de banhos 
(a represa constitui uma piscina natural). 
As águas da Fonte Grande e da Fonte Pequena 
que dão origem à Ribeira de Alte, 
já                                    fizeram mover os nove moinhos da aldeia.



Ponte de acesso á vila, que passa sobre a ribeira. 
Vejam-se os bandos de patos mudos, patos reais e cisnes 
que passeIam calmamente pela ribeira em busca de comida 
que os transeuntes e residentes lhes atiram à água.... 

É deste ALGARVE INTERIOR que EU ADORO...

Muitas coisas ficaram por ver, mas muitas ficaram na memória. 
É um passeio para fazer só, ou em família, 
mas não esquecer nunca um farnelzito e um livro ou caderno de apontamentos, 
de forma a poder apreciar verdadeiramente este ambiente à nossa volta, 
que tanta gente inspirou...




ESCULTURA de VITOR PICANÇO



sábado, 9 de fevereiro de 2013

ENTRE OS "FANS" NA COSTA VICENTINA


2 - FEVEREIRO - 2013

PASSEIO DOS "FANS DA FOTOGRAFIA" 

À COSTA VICENTINA



IMAGEM DO GRUPO 

NO CASTELO DE ALJEZUR



VENTO GELADO - FRIO (mais pareço um esquimó)
nada me impede de estar de máquina na mão 
desde que se esteja entre amigos e a fazer o que se gosta 
- a isto eu chamo de "Momentos Perfeitos"


Aqui a hora do BRINDE após um almoço convívio 
- pic-nic - 
chegou a hora de brindar com "Ginginha d'Óbidos"



O Jorge - um estreante nestas andanças - captou 
uma imagem minha, neste lugar magnífico... 
em baixo a boa disposição reinava entre os participantes




A verdadeira felicidade está em

termos qualidade nas coisas mais simples da vida,

que não exigem dinheiro, tecnologia nem sofisticação:

respirar livremente,

movimentar-se e ter pensamentos saudáveis.

Foi o que fiz no sábado passado

em mais um Passeio Fotográfico, desta vez pela Costa Vicentina.