domingo, 14 de julho de 2013

PRAIA FLUVIAL DA BARRIOSA



mais uma descoberta que fiz
lá para o interior do País
nesta praia fluvial
apenas nós e um casal francês
todo o espaço só para 5 pessoas
que usufruíram deste Paraíso
na magnífica Natureza
que nos envolvia
...
numa foto abaixo
vê-se os meus pés
na água límpida e fresquinha
que corria sem parar...







sábado, 15 de junho de 2013

Apareceu há 155 anos a Bernadette Soubirous



Além da gruta, o espaço sagrado de LOURDES 
possui hoje nada menos que quatro basílicas, 
entre elas uma enorme igreja subterrânea 
com capacidade para 25 mil pessoas, 
onde os fiéis podem acompanhar as liturgias 
em grandes telas de vídeo. 
São essas imagens que aqui apresento; 
fiquei impressionada com o tamanho desta
IGREJA SUBTERRÂNEA





Em LOURDES, esse espectáculo de devoção católica já dura 155 anos. 

Como todos os santuários erigidos ao redor de fenómenos miraculosos, 
ela é cada vez mais frequentada. 
Extraordinária mistura de sãos e doentes, 
adolescentes e velhos, ricos e pobres, 
inocentes e pecadores, crentes e desconfiados. 
Uma mistura tão heterogénea de pessoas raramente se vê. 
E este, sim, pode ser considerado um verdadeiro milagre.



sábado, 18 de maio de 2013

GRANADA E O BAIRRO ALBAYCIN


Numa das torres de vigia, no Alhambra 
existe uma placa que resume muito bem o seu passeio, 
são versos do poeta Francisco de Icaza: 

“Dê-lhe uma esmola mulher! 
que não há nada na vida tão ruim 
quanto ser cego em Granada”.




na foto acima, a vista que se alcança do
MIRADOR DE SAN CRISTOBAL
sobre a cidade de GRANADA

uma visita obrigatória
que há muito desejava fazer
pois, como diz o poeta
NÃO HÁ NADA NA VIDA TÃO RUIM
QUANTO SER CEGO EM GRANADA

antes que eu cegue de vez, já vi Granada e Alhambra

na imagem abaixo o "Grupo" de Séniores
lá ia dar início à visita ao BAIRRO DE ALBAYCIN







sábado, 27 de abril de 2013

REFÚGIO NO MEU DIA 19 ABRIL






ninguém pode imaginar o que esta imagem teve de importante naquele dia...
Em 19 Abril de 2012 dia dos meus 57 anos eu tinha andado pela primeira vez de canoa, como se pode ver nas fotos do outro post, na Tailândia
e, um ano depois, eu estava ali a ver um filme que adorei e onde aparece esta imagem...!!!
Na foto abaixo pode-se ver a capa do livro que deu origem ao filme...
alguma vez eu conseguiria ler um livro com mais de 300 páginas? Never...
Ali, assisti ao filme durante 2 horas e adorei!




Título original:Safe Haven
De:Lasse Hallström
Com:Cobie Smulders, Julianne Hough, Josh Duhamel
Género:Romance
EUA, 2013, Cores, 115 min.
Decidida a deixar o passado para trás, Katie (Julianne Hough) decide recomeçar 
uma nova vida em Southport, uma pequena cidade piscatória 
no estado de Carolina do Norte, EUA. 
Com o passar do tempo, e apesar de relutante em criar laços seja com quem for, 
ela acaba seduzida pela generosidade de Alex (Josh Duhamel), um jovem viúvo 
com dois filhos pequenos, que teima em manter-se por perto. 
Agora, com uma vida que parece ter tomado um novo rumo, 
ela sente-se feliz e cada vez mais ligada a Alex e às duas crianças. 
Porém, o passado obscuro que durante anos tentou esquecer parece ter voltado 
para a assombrar quando um homem misterioso chega à cidade, 
decidido a revelar segredos que vão alterar a opinião que todos têm sobre dela.
Realizado por Lasse Hallström 
("Regras da Casa ", "Chocolate", "Hachiko - Amigo para Sempre"), 
"Um Refúgio Para a Vida" é mais uma adaptação cinematográfica da obra de Nicholas Sparks.


sexta-feira, 19 de abril de 2013

AO PHANGNGA NATIONAL PARK - TAILÂNDIA








Para festejar o meu aniversário

decidi fazer um passeio inesquecível de barco,

neste PARAÍSO


segunda-feira, 8 de abril de 2013

PATRIMÓNIO MUNDIAL DA UNESCO em 1993




No barco onde haveria de passar a noite, 

a simpática tripulação distribuía 

os belos quartos a cada viajante. 

Este foi o meu - camarote 106

Senti-me uma rainha nos seus aposentos

com uma Baía maravilhosa a rodear-me

o som da água cantava nos meus ouvidos

e deixei-me embalar...







Ali estava eu
WELCOME
na imagem abaixo, 
a sala de jantar da embarcação, 
onde tomei todas as refeições.
Apenas 2 grupos ocuparam a embarcação
o nosso composto por 9 pessoas
e um outro com 10 franceses
os respectivos Guias de cada grupo
e os elementos da tripulação
foram mesmo
MOMENTOS PERFEITOS





Cada viagem, 
cada lugar, 
cada povo tem sempre uma história. 
Histórias de viagens, 
de experiências, de momentos 
que não se esquecem e que se podem partilhar 
com outros que gostam também, 
de ouvir e contar histórias.



quinta-feira, 28 de março de 2013

IMPRESSÕES DO VIETNAM




Esta imagem será sempre a minha associação ao VIETNAM.
Qualquer viajante que cruzou com uma mulher vietnamita 
vai se lembrar com segurança esse belo terno de seda longo vietnamita.
O áo dài é o traje típico vietnamita para as mulheres. 
Em sua forma atual, é um vestido de seda de corte apertado, 
utilizado sobre calças.
Áo dài é pronunciado /ˈáʊ ˈjà/ no sul do Vietnã e /ˈáʊ ˈzàɪ/ no norte. 
Áo vem duma palavra do chinês medieval que significa "casaco acolchoado" (). 
Na língua vietnamita atual, áo se refere a um item de vestimenta que cobre 
o corpo inteiro a partir do pescoço, enquanto dài significa "longo." 
O termo áo dài vem sendo aplicado a diversos tipo de roupas, historicamente, 
incluindo o áo ngũ thân, uma vestimenta aristocrática do século XIX. 
Inspirado pelas modas de Paris, 
o artista Nguyễn Cát Tường, de Hanói, redesenhou o ngũ thân 
como um vestido, em 1930. 
Na década de 1950, os estilistas de Saigon apertaram 
o caimento do vestido, produzindo a versão utilizada pelas mulheres vietnamitas 
hoje em dia. 
O vestido foi extremamente popular no Vietnã do Sul na década de 1960 
e no início da década de 1970. 
Na década de 1990 o áo dài reconquistou popularidade. 
A roupa equivalente para os homens, chamada de áo gấm ("roupão de brocado"),
 também é vestida em ocasiões especiais, 
como casamentos e aniversários de morte.





...onde as mulheres mascam ervas para ficarem 
com os dentes pretos e fogem do sol e da cor 
que este possa dar à pele como o diabo foge da cruz








desde a minha visita à Índia que pela 1ª vez vi as pessoas estarem de cócoras com a maior das facilidades, é o seu estado normal de descanso - voltei a ver aqui no Vietnam, achei engraçada a semelhança, com toda a naturalidade