O Arco do Triunfo foi construído por Napoleão Bonaparte em 1836. O monumento é uma homenagem ao Exército Francês e ao próprio Napoleão. Em 1921, foi inaugurada lá a tumba ao soldado desconhecido morto na Primeira Guerra, para lembrar os 1,5 milhões de soldados mortos no conflito. Desde 1923, todos os dias às 18h30, mesmo durante a Segunda Guerra, a Chama da Lembrança é reacesa.
Um museu anexo conta a história do monumento. Contrariamente ao que alguns possam pensar, ele não é único. Existem vários espalhados pelo mundo, sempre criados para eternizar as conquistas. É uma tradição antiga que remonta ao Império Romano.
O ano passado, na Índia, em Nova Delhi estive junto a um monumento que também parece o Arco do Triunfo, mas que é denominado como “Porta da Índia”.
O barão Georges-Eugène Haussmann adicionou sete novas ruas às cinco que já iam ao encontro do arco como parte da renovação feita em Paris no século 19. Radiando do arco, as 12 avenidas se espalham para todas as esquinas de Paris.
É praticamente impossível atravessar a Praça, se alguém decidir cruzar o trânsito maluco de Paris que borbulha em volta do arco.
A característica menos notória do arco é a mais importante agora: uma passagem para pedestres, por baixo da rua, que leva à base do arco.
